The forty rules of love

Terminei de ler esse livro ontem a noite. Tentei procurar pela tradução do nome em português, mas não encontrei. Seria algo como “As 40 regras do amor”.

Quando eu procuro algum livro para ler, esse é o processo: se a capa me atrai, eu leio o título; se o título me atrai, eu leio a sinopse; se a sinopse me atrai, eu leio o livro. Com esse livro a história foi outra. Achei a capa muito legal, achei a sinopse interessante, mas o nome é bem bizarro. Parece nome de livro de auto ajuda, sabe? Detesto livro assim. Bom, li tudo.

Ella é uma moça prestes a fazer 40 anos de idade e aí já viu, começa aquela coisa dos 40. Ela sempre foi dona de casa, mas decide procurar um emprego. Foi contratada para ler livros em uma editora e escrever relatórios para o chefe decidir se o livro será publicado ou não. O primeiro livro que ela pega é um livro chamado Sweet Blasphemy, de um cara chamado Aziz. Há várias confusões na família dela, filha querendo casar, marido traindo, gêmeos com anorexia e blablabla. Nesse livro dentro dessa história, ela começa a ver como a vida religiosa e espiritual no Oriente Médio nos anos 1200 acontece.

O problema é que ela fica mais curiosa em saber quem é o autor do livro do que com a história do livro em si. Daí ela entra em contato com o cara por email, ele é 15 anos mais velho e os dois se apaixonam online. Pois é, aquela balela. Por conta do Sweet Blasphemy, Ella começa a tomar algumas decisões na própria vida, coisas que ela nunca tinha tido coragem antes, coisas que nunca havia pensado. Aí já dá para saber o final, né?

O que eu achei interessante nesse livro foi o conteúdo cultural da coisa. A história que rola em 1200 mostra o que é a representação de Deus, como as pessoas encaravam a religião e como tudo está conectado no mundo por causa de uma espiritualidade que cada pessoa tem dentro de si. A narração em si traz coisas muito diferentes, situações super inusitadas e uns ensinamentos legais. O problema é quando chega naquela parte da auto ajuda da coisa (eu senti um certo teor disso no livro). Pulei umas páginas de blablabla e peguei o que interessava. É um livro decente, mas não é aquela coisa A Sombra do Vento.

A mensagem que o livro passa: o seu passado já era, o seu futuro já está escrito, o seu presente é com o que você tem que se preocupar.

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